quinta-feira, setembro 29, 2005

Sempre o destino...



Que queres tu mais oh destino?

Tu que afastas de mim, kem me faz feliz
Tu que geras a confusão, a duvida, a incerteza
Tu que afrontas o coração de kem me adora
Tu que me afundas em decepções, lagrimas e tristezas

Tu que me destróis dia após dia,
Merda, deixa-me em paz, não kero nada contigo
Desaparece, estou farto de ti, deixa-me viver Deixa-me ser feliz,
Deixa de destruir a vida de quem gosta de mim
Não penses ke me levas a minha vida,

Pois antes de a levares, já eu a tirei

Não me deixarei vencer,

Não me vou vergar perante o teu poder,
Não deixarei ke controles a minha vida

Não te vou deixar levar a minha vida...

sexta-feira, setembro 23, 2005

Chama Reacendida


Caminhava eu pelo fundo do abismo, no meio da escuridão tendo apenas como companheiro, a solidão da vida, divagando sem curso, sem destino, sem um fim definido, esperando, sempre esperando, e tu viste-me, aproximaste-te, envolveste-te, tocaste-me, e quiseste estar comigo, não tiveste medo, puxaste-me para fora deste abismo, deste-me esperança, força de vida, um destino, algo que fizesse sentido neste mundo de doidos, neste mundo de incompreensão. Agora, de uma lareira apagada, limpas-te as cinzas, deste-me a madeira da vida, e com um pequeno beijo, geraste fogo, e com isto a lareira arde outra vez, aquecendo os nossos espíritos, as nossas almas, criando laços de carinho, e quem sabe, talvez até mais… A distancia pode ser longa, podemos estar separados, mas sei que no fundo estamos juntos, sem desconfianças, apenas com o medo das partidas do destino, contra o qual lutamos desesperadamente por um pequeno gole de felicidade, de vida, pois sem a felicidade, não existe razão para a vida, não existe nada. Por isso, lutemos juntos por nós meu anjo, sem medos, sem pessimismos, pois ambos queremos ser felizes.

sábado, setembro 03, 2005

Saudade


Existem certas coisas da vida das quais não nos esquecemos, pequenos pedaços na memória que gostaríamos de ver repetidos, pequenas sensações, momentos, sentimentos que nos fazem tanta falta para alegrar o nosso dia, pequenas rotinas que nos faziam dar mais um passo na vida, sinto falta de muitas dessas coisas, pequenas passagens da nossa vida que poderemos nunca mais voltar a sentir. Não sei se alguma vez voltarei a sentir esses momentos, gosto de pensar que sim, mas cada vez que o faço, a racionalidade da vida mostra-me como impossível isso poderá ser, e assim acabo no sofrimento da vida, relembrando aqueles pequenos momentos, de que sinto falta, pois só quem já sentiu, certos momentos a vida, sabe que muitas das vezes é o dar algo e não o receber, que nos faz mais falta, é o sentir que alguém quer partilhar estes momentos connosco, querer também ter algo a ver connosco, poder viver connosco momentos da nossa vida.

É disto que mais sinto saudades…